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Chapecó tem um caso suspeito do Zika vírus

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ImprimirReportar erroTags:importados, registrado, pontos, estratégicos, finalidade, coleta, eliminação e tratamento411 palavras7 min. para ler
Chapecó tem um caso suspeito do Zika vírus
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Um inverno atípico com pouco frio, muita chuva, mais parecendo uma primavera antecipada. O fato é que este inverno se mostrou mais aliado dos mosquitos do que da população e das administrações municipais que não pouparam esforços na erradicação de possíveis criadouros. Nesse contexto, Chapecó tem um caso suspeito do Zika vírus, transmitido pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, de uma mulher de 38 anos.

Nesta sexta-feira (4), a secretária de Saúde Cleidenara Weirich reuniu a imprensa pela manhã para fazer um balanço das ações desenvolvidas pela secretaria e reforço o alerta para os cuidados na prevenção à Dengue. Participaram técnicos e profissionais da área, o Vice-prefeito Luciano Buligon e o presidente da Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreria, Severino Teixeira da Silva Filho.

Diante dos constantes registros de chuvas aliado a proximidade das altas temperaturas de verão a Prefeitura por meio da Secretaria de Saúde com apoio da Vigilância Ambiental, está desenvolvendo um verdadeiro plano de guerra para blindar o município contra Aegyptiaegypti e albopictus (vetor da Dengue) e Albopictus (vetor da Chikungunya). Ambos também são vetores da Febre Zika.

A ordem é reduzir a qualquer preço a possibilidade de proliferação do mosquito e incidência de algumas das três doenças no município. Com este intuito diariamente, durante praticamente todo o ano de 2015 as equipes da Vigilância Ambiental visitam residências, cobrem caixas de água, recolhem pneus, além de verificar os pontos estratégicos. Este trabalho tem como finalidade a coleta, eliminação e tratamento de possíveis criadouros de larvas do mosquito da dengue.

Um dos reforços neste trabalho foi registrado no mês de maio com a utilização de um drone, objeto voador não tripulado, que pode sobrevoar áreas e imóveis que os agentes não têm acesso e colher informações sobre possíveis criadouros.  A secretária de Saúde de Chapecó, Cleidenara Weirich, afirma que com a utilização desta tecnologia esta foi possível identificar com eficiência e rapidez os criadouros das duas espécies do Aeds. Com o objetivo de levar informações e orientações aos chapecoenses com maior agilidade também esta sendo utilizado o aplicativo WhatsApp.

Cleidenara alerta ao fato que a população também deve entrar nesta luta, não mantendo água parada dentro e fora das residências, além de eliminar recipientes com água. Também não deixando acumular lixo e mantendo as caixas de água e cisternas bem fechadas. O secretário de Desenvolvimento Urbano, Wilson Lobo de Carvalho, reforçou a necessidade da limpeza dos lotes urbanos, mas especialmente a manutenção da limpeza.

Focos

2008 – 175

2009 – 90

2010 – 232

2011 – 155

2012 – 622

2013 – 1.089

2014 – 2.686

2015 – 795

Casos

2014 – 3 casos importado

2015 – 34casos autóctones + 13 importados

Fonte:Prefeitura de Chapecó
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